A CBS acaba de anunciar o cancelamento de The Good Wife, o anúncio foi feito durante o intervalo do Super Bowl deste domingo (7). O series finale vai ao ar no dia 8 de maio.

O anúncio não é uma grande surpresa, já que recentemente os showrunners Robert e Michelle King disseram que não iriam voltar para comandar uma possível nova temporada. Sendo assim, a melhor decisão ficou por encerrar a série em sua sétima temporada, número que já era planejado desde sempre pelos criadores do drama.

Os Kings disseram em anúncio a imprensa, que The Good Wife foi: ''Uma experiencia criativa de uma vida toda.'' ''Estamos animados em usar a sétima temporada para levar a história de Alicia a sua conclusão natural, não poderiamos estar mais animados e gratos.''

Juliana Margulies também aproveitou para agradecer a série, produtores e colegas de elenco:
''Fazer parte de The Good Wife tem sido uma das experiencias mais gratificantes da minha carreira. Sendo atriz e produtora, tem sido uma absoluta honra fazer parte de uma série que durante 7 anos, nunca se acomodou em ser apenas boa... mas sempre se esforçando para ser extraordinária. Eu tenho testemunhado mágica acontecer quando Robert e Michelle King colocam suas histórias no papel e tem sido um privilégio estar em companhia da mente brilhante dos dois. O melhor elenco e equipe, sempre vão ter um espaço especial no meu coração, na nossa familia de Good Wife. Assim como vamos fechando a história da nossa querida série, estou grata por saber que juntos, criamos e fomos parte de algo totalmente incrível.''

Veja o vídeo de anúncio da CBS:

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Quem é do Team Logan pode comemorar.

O TVLine revelou com exclusividade que o ator Matt Czuchry foi confirmado nos novos episódios da série Gilmore Girls que vai ao ar pela Netflix. Matt interpretou o personagem Logan durante as temporadas 5-7.

A inetanção da responsável da responsável pela série, Amy-Sherman Palladino é de trazer vários amores passado de Rory (Alexis Bledel), logo ainda há chance de Jared Padalecki e Milo Ventimiglia também confirmarem presença a qualquer momento.

Não é certo em quantos episódios dos 4 programados Matt irá aparecer. O ator atualmente está em The Good Wife, que é filmada do outro lado do país, em Nova York, e a produção de Gilmore Girls é feita em Los Angeles.

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Olá pessoal!

Bom, começamos com a primeira review de supernatural de 2016. Relembrando que Sammy esta na gaiola junto com Lucifer e, tudo pode acontecer.

O episodio começa com nada mais e nada menos que um sonho de Natal de Rowenna. Crownley, esta fabuloso vestido de seu pijama, como se ainda tivesse uns 3 anos de idade e de repente, surge o nosso papai Noel, ninguém menos que tio Lucifer e, com presente de natal, uma facada no estomago do nosso King of Hell, o que não deixa de ser épico pois Lucifer no fim, joga aquele olhar sedutor 666 pra cima de Rowenna.

Okaaay!! Voltemos a trama. Estamos na cena onde Lucy esta numa boa prosa com Sam. Claro que Lucifer poderia torturar, bater, estraçalhar, quebrar alguns membros de Sammy mas prefere jogar um jogo diferente desta vez. Ele leva Sammy ao passado, mostrando como o jovem era destemido e não hesitava  em se sacrificar por “um bem maior". Nesse meio tempo, Dean esta a procura de seu brother e recebe uma ligação de Crownley, dizendo que Sam esta no inferno, junto ao Tio Lucy. Nosso esquilo corre ao encontro e dá de cara com Billie, um ceifador que mal vê a hora de manter os Winchesters mortos e em seu devido lugar. Billie entrega uma caixa a Dean e nosso esquilo, vai todo pomposo, se aventurar nas trilhas do inferno.

 Ao mesmo tempo, nosso Castiel esta indo a uma floresta checar se a Diva Trevosa foi morta( Detalhe: é meio da tarde e tipo, ta tudo escuro, mas ok) pelo ataque Hadouken dos anjos e acaba encontrando com um anjo meio atrapalhado, Ambriel, que diz algumas coisas que deixam Castiel meio boladão quanto a sua impotancia na vida dos Winchesters  e a sua posição de “Herói”. Ambriel acaba encontrando Dakness, que sem perda de tempo, já suga a alma do anjo e tem um mini fight com Castiel. A deusa das trevas mostra o quanto ele é insignificante e o manda para, ironicamente, onde Billie esta. Nota-se que Amara começa a dar seus primeiros sinais fraqueza.

Vamos voltar a prosa de Lucy com Sammy, os dois ainda estão tendo um flash back do passado e chegam ao tempo onde Sam estava “casado” com Amélia. Lucifer interroga Sam do porque ter traído seu irmão Sam, de ter deixado tantas pessoas inocentes morrendo por causa de seu egoísmo e simplesmente deixar-se levar pelas ondas do Amor (irônico não?) e, estamos de volta a Jaula do Lucy onde ele espera que a tão aguardada resposta “sim”.

E Rowenna nessa historia toda? Ah ta, ela esta lá, tomando um belo chá quando Crownley chega com Dean. O conteúdo da caixa nada mais era do que uma espécie de coleira usada em  bruxas, para torna-las escravas de quem a possuísse. Ah, mas será fácil assim, colocar e pronto? Sim, vai pois o chá de Rowenna esta envenenado, o que a deixa sem ação nenhuma e a coleirinha é colocada. Só pra testar, vamos lá: Rowena, pule de um pé só. Ação executada com êxito!

Enquanto Dean e Crownley discutem sobre o feitiço para jogar Lucy de volta ao seu cafofo, Castiel aparece no inferno com uma mensagem da diva em seu peitoral “Estou chegando” e ouve-se então um grito de Sam.

Antes de Lucifer começar a bater no jovem pomposo de cabelos longos, os dois tiveram uma briga onde Lucifer, estava convicto de que Sam iria dizer Sim, mas ao contrario de que ele pensava, Sam disse não importa se Lucifer ou Amara reinem pois todos saem perdendo nessa. E não bastando, disse que ele estava pronto para morrer, pronto para ver as pessoas que ama morrerem, mas não estava pronto pra ser a vadia de Lucifer. Forte isso hein. 

Cas e Dean aparecem para salvar Sam, dão de cara com o melhor personagem (gente como eu amo o Lucifer) que os leva para seu cafofo e joga um tema disco pra começar a bater nos meninos. Antes de Luci mate de Dean, Rowenna consegue finalizar o feitiço para mandar Lucifer de volta a jaula e os três saem da jaula.

Mas não contava com a astucia do tio Lucy. Cas volta ao inferno com um ar meio irônico like a boss e revela que na verdade ele não é mas Castiel e sim Lucifer. Tipo, volta aquele flash back onde Lucy esta surrando todo mundo e Cas questiona “Pode mesmo deter the Darkness? Então Sim”. OU seja, Cas não é mas Cas. Ele é Lucifer. E obviamente os Winchesters não sabem. Meu Deus.

Enfim, nessa prosa toda, Lucifer questiona Rowena se tem mais alguém que pode joga-lo de volta ao seu cafofo. Ela responde que não. Então ele quebra o pescoço dela (normal, quem nunca) e chama Crownley pra uma bela conversa.

Nossa!! Fortissimas emoções nesse episodio. Um dos pontos que chama atenção é uma breve conversa que Crownley teve com Rowenna onde ele a pergunta o porque ela o odeia tanto. Ela responde que, ao olhar o filho, ela se lembra do quão fraca era antes da Magia e que, se não o odiasse, ela o amaria na mesma proporção. Outro foco é o sacrifício que Cas fez, deixando-se ser possuído por Lucifer, na tentativa de Salvar o mundo. Vamos aguardar pra checar o desenrolar dessa trama.

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Foi divulgada a lista de indicados ao GLAAD Media Awards na última quarta-feira. E podemos ver muitos títulos conhecidos, tanto de séries novas como de antigas.

A premiação que honra as representações da comunidade gay, lésbica, bissexual e transgender será entregue em 2 de Abril (em Los Angeles) e em 14 de Maio (em Nova York).

Da um bizu nos indicados logo abaixo:

Série de Comédia
Faking It
Brooklyn Nine Nine
Grace and Frankie
Looking 
Master of None
Modern Family
Orange is the New Black
Please Like Me
Transparent
Vicious

Série de Drama
Arrow
Black Sails
Empire
The Fosters
Grey's Anatomy
How To Get Away with Murder
Nashville
Orphan Black
Sense8
Shameless

Episódio Individual (em série sem personagem LGBT regular)
"Gender" - The Carmichael Show
"Please Don't Ask, Please Don't Tell" - Black-ish
"The Prince of Nucleotides" - Royal Pains
"Rock-a-Bye-Baby" - NCIS New Orleans
"We Build, We Fight" - NCIS

Reality Show
I Am Cait
I Am Jazz
New Girls on the Block
The Prancing Elites Project
Transcendent

Para conferir a lista completa que envolve cinema, música, quadrinhos e muito mais, clique aqui.

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A confirmação que todos estavam esperando acabou de chegar!

A Netflix acaba de confirmar a volta da amada série Gilmore Girls, após muitas negociações parece que as partes chegaram a um acordo.

Lauren Graham, Alexis Bledel, Kelly Bishop, Scott Patterson, Sean Gunn, e Keiko Agena são nomes confirmados para o elenco da revival, sendo que a lista de atores ainda pode aumentar dependendo de novas negociações.

A criadora da série Amy-Sherman Palladino e seu marido Daniel Palladino vão escrever e dirigir os novos episódios, que ainda não há um confirmação de quantos serão produzidos. Especula-se que podem ser 4 episódios de 90 minutos cada, que representam uma estação do ano.


Uma outra boa notícia é que todos os episódios das outras 7 temporadas também estarão disponíveis no catalogo brasileiro da Netflix em breve.

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Baseado nas HQ’s Lúcifer de Mike Carrey, do selo independente da DC Comics, Vertigo, lançada entre os anos 2000 e 2006, o seriado exibido pela FOX traz o Anjo Caído à cidade de Los Angeles com um formato já há muito conhecido, mas com uma proposta nova e diferente.

Tudo começa com Lúcifer (Tom Ellis) vivendo na cidade de Los Angeles algum tempo depois de ter abandonado o Inferno por vontade própria e ter deixado o Inferno nas mãos de seus comandados. Com aparência humana e um sotaque e humor britânico, Lúcifer Morningstar vive na cidade dos anjos como o dono de um frequentado e conhecido pub chamado Lux, que possui em parceria com Lilim Mazikeen (Lesley-Ann Brandt), que também saiu do inferno ao seu lado.
Mas é claro que o Inferno sem o seu líder supremo não ficaria nem um segundo em completa harmonia – na verdade não está nem com Lúcifer presente. Devido à esse problema, Yahweh envia o anjo de asas negras Amendaniel à Los Angeles para convencer Lúcifer à voltar para o seu reinado. As cenas na qual Amendaniel está presente são as cenas mais sérias do piloto inteiro, que se leva muito para o lado cômico e sarcástico devido à interpretação de Tom Ellis - que convenhamos, encarnou com toda a sua força o personagem. Com relação a sua atuação, não há nada que possamos reclamar, pois ela é convincente devido ao roteiro empregado. Algo extremamente diferenciado desse Lúcifer foi a sua capacidade sentimental para com os outros: durante o piloto inteiro vemos o quão afetivo Lúcifer é, e que realmente tem sentimentos como a paixão, tristeza e ciúmes - diferente daquela sentimento de indiferença com os demais que é abordado em um Lúcifer de outras mídias. As cenas na qual ele esbanja seu nome Lúcifer Morningstar para as pessoas, para mim foram as melhores, afinal, quem realmente acreditaria que esse seria seu verdadeiro nome?

A primeira cena em que ele fala seu nome verdadeiro é durante um interrogatório com a detetive Chloe Dancer (Lauren German), que está investigando o assassinato da famosa cantora Delilah. Delilah fez um pacto com Lúcifer para ganhar fama e fortuna e ambos estavam juntos quando o inesperado atentado ocorreu. Lúcifer possui imortalidade e possui o poder de controlar as mentes de todos, algo que eu tenho certeza que com o tempo se tornará extremamente utilizado e maçante em cenas de investigação ou que será deixado totalmente de lado para dar ao seriado mais cenas de ação. Lúcifer decide investigar o assassinado da cantora sozinho e entre indas e vindas ele inicia parceria com Chloe. Pessoalmente, achei que a química dos personagens se desenvolveu muito rapidamente, não dando brecha para algo mais sinuoso e deixando tudo ser feito as pressas. Essa será a dupla central, será a dupla que comandará o seriado inteiro, seria muito bom ver o relacionamento de ambos ser construídos aos poucos, afinal Lúcifer iniciou a sua própria investigação sobre o caso em que estava envolvido e isso não pareceu não incomodar nenhum pouco à Chloe, que já é detive há anos.

Lúcifer é um seriado procedural com algumas leves diferenças dos de mais. Na verdade como ele se afastou do que a HQ realmente é, ele mais parece uma mistura de Sobrenatural com qualquer outro procedural policial que já conhecemos. O roteiro é simples, emprega algumas piadas sarcásticas boas que salvam as cenas que tentam nos transmitir algum sentimento, mas que não conseguem nem um pouco. Porém entregue a proposta da série, é um roteiro coerente e muito divertido. A direção não é nada ruim e as cores tem um grande realce que enchem os olhos do espectador. Cores vivas e gritantes, algo que esperamos de uma série que se passa em Los Angeles. Todos os personagens, sem exceção nenhuma, são extremamente caricatos, isso não incomoda, porém acaba se tornando chato devido à falta de inovação que o seriado todo apresenta.

Entre saldos negativos, existem poucos positivos. É bom dar continuidade a Lúcifer por que serão apenas 13 episódios e isso deve lhe render arcos bem amarrados e fechados, quem sabe uma história mais profunda envolvendo os seres divinos e o seres humanos em um conflito filosófico constante - algo que parece se tornar presente. Esses poucos saldos positivos são o suficiente para fazer o seriado se tornar algo maior do que ele já é e também não fazê-lo ser algo saturado e cansativo. 


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Outsiders, o novo seriado da WGN America, não inova em praticamente nada do que está presente atualmente na televisão, porém nos traz uma mescla tão grande de histórias e universos já explorados e conhecidos, que acaba por se tornar um seriado diferenciado dos de mais, e isso acaba por se tornar o ponto forte do roteiro.

Outsiders nos traz a história do já longínquo clã Farrell que vivem há 200 invernos - forma como eles atribuem o passar dos anos - na mesma localidade: a fictícia Shay Mountain no Condado de Crockett, Kentucky. Temidos por todos e conhecidos por poucos, os Farrell possuem o seu próprio estilo de vida, vivendo acima da lei com a sua própria comunidade, com seus meios de sobrevivência e com a sua própria língua, que infelizmente veio perdendo a força com o passar dos anos.
A história se desenvolve a partir do momento em que uma empresa de carvão envia um aviso de despejo assinada pelo Estado através do Vice-Xerife Houghton (Thomas M. Wright). Ciente do grande erro que essa empresa esta fazendo e recebendo a pressão de seu superior, o Xerife Tom Weinike (Kevin O’Rourke), Houghton está extremamente preocupado com que o está prestes a acontecer, pois ele sabe muito bem o quão perigosos são os Farrell e o quão dispostos eles estão para proteger a sua casa devido há uma antiga rixa entre suas famílias no passado. Uma guerra pode muito bem ser iniciada se os Farrell perceberem o perigo que correm, assim ocorreu há 25 anos atrás.

Existe todo um mito por trás dos Farrell, alguns acham que eles são Homens Cobra e que elas são Lobas, por exemplo. Pouco se sabe sobre eles. Os Farrell é um clã que vivem da maneira antiga, esse aspecto de civilização deles me remeteu muito ao seriado Vikings, e em alguns momentos até mesmo Mad Max, na questão dos figurinos e do modo de viver dos personagens, também. Eles são uma família, todos se chamam de primos e tem um excelente relacionamento de harmonia entre eles – eles inclusive possuem uma banda. Entretanto, eles possuem medidas drásticas para os erros que cada um comete, e eles não possuem piedade nenhuma quando eles tem que estabelecer e impor a ordem entre si. Em Vikings é exatamente essa união que aos poucos desfalece que nos chama atenção.

Lady Ray (Phyllis Somerville) é a Bren’in (líder) dos Farrell e o seu tempo de liderar está completando o seu ciclo final, o próximo na sucessão é seu filho, Big Foster (David Morse), que almeja se tornar o Bren’in mais do que qualquer coisa, e está disposto a fazer qualquer coisa. O “porém” nessa história é que existe uma antiga profecia chamada Reihythn que diz: “One who come for us to destroy us and one who return.[...] The returned one Will be Bren’in (Um que vem para nos destruir e outro que retorna;[...] O retornado será Bren’in)”. Esse homem que retorna é Asa (Joe Anderson) que passou 10 anos fora de Shay Mountain, morando na Califórnia, mas que decidiu voltar por que o mundo que ele acabará de conhecer é um mundo corrupto e, segundo ele, as famílias desse mudo não sabem como cuidar uma das outras. Esses 10 anos fora foram de livre e espontânea vontade, mas aos olhos de Big Foster isso é uma espécie de deserção e por isso Asa é colocado em uma gaiola.
O personagem que mais me chamou a atenção foi Hasil (Kyle Galiner), por vários motivos: além de ser muito bem interpretado, ele é um personagem que se vê em um lado de nosso mundo que é o lado que mais nos corrompe e nos destrói, ele vê que o lado que carrega o dinheiro nos leva à cobiça e leva à nossa queda. Isso por que ele está apaixonado por uma garota que mora fora de Shay Mountain e precisa de dinheiro para ter um encontro com ela. Essa carga dramática empregada no personagem é um dos pontos altos do episódio. Tenho certeza que esse será um dos personagens de destaque e que ganhará uma grande importância no futuro da série. Tenho a impressão de que ele sentirá uma dualidade com Shay Mountain e o Condado de Crockett e isso irá lhe impor a decisão de querer viver em um dos dois e ter as suas próprias crenças estabelecidas. 

Essa mescla de Outsiders é rica e é de encher os olhos. A direção, os enquadramentos e a película utilizada deram uma realçada muito boa em todos os ambientes externos, seja de dia ou noite, deixando visível o clima frio e úmido e exaltando a riqueza dessa fauna, algo que me remeteu a forma que a primeira temporada de True Detective foi produzida, com um realce grandioso no ambiente. Nada do que reclamar com relação a isso, porém eu achei os diálogos muito ralos e vazios por parte dos Farrell, parece que os atores tentaram colocar uma dramaticidade maior nas falas mas falharam, isso me incomodou um pouco.
Apesar de possuir um elenco de peso e conhecido que veio da televisão e do cinema, alguns personagens parecem carecer da mesma falta de entusiasmo dos diálogos. Parece que eles estão recebendo ordens de como atuar e seguindo a risca, não tentando impor algo diferente para seus personagens além do que o roteiro requere.
  
Esse primeiro episódio não é complexo e confuso, não é cansativo e com certeza não nos faz perder tempo, muito pelo contrário, ele é um ótimo piloto. Acho que o seu defeito foi implantar vários dramas e deixar a história principal de lado. Em nenhum momento isso se torna maçante, mas como ao todo serão 13 episódios nessa temporada, Outsiders poderia muito bem separar e focar mais nos dramas que está disposto a impor, digo isso por que são dramas bons e instigantes para nós espectadores.
Não tenho dúvidas de que o seriado competente o suficiente para nos entregar algo prazeroso de acompanhar e que suas histórias se desenvolveram em subtramas de extrema importância para o foco principal.


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 A 4ª temporada de Bates Motel estreia em março, mas já estamos tendo um gostinho o que vem por aí.

O canal A&E liberou o pôster oficial e mostrou o Norman com um sorriso totalmente psicopata usando um colar da Norma! Fico impressionada com como o Freddie Highmore é um ator incrível, acho o trabalho dele como o Norman maravilhoso e Vera Farmiga é sem comentários também né.


Podemos esperar um Norman cada vez mais louco e psicopata, parece que a transformação em serial killer está a todo vapor. Me pergunto como será o fim da série, será que terminará no ponto em que se inicia o filme ou vai ultrapassar o filme? O que vocês acham?

Bom, pelo menos a 5ª e, de acordo com os criadores, última temporada já está confirmada também! 


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